Dengue: Mortes batem recorde no Governo Lula; 4.367 Óbitos em 2024

No primeiro semestre de 2024, o Brasil enfrenta uma crise alarmante de dengue, registrando um recorde de 4.367 mortes até 30 de junho, superando os totais dos últimos sete anos. Esta marca ultrapassa os 4.331 óbitos ocorridos entre 2017 e 2023.

Apesar de uma leve queda em junho, com 790 mortes comparadas às 1.344 de maio, os números continuam preocupantes. Além das mortes confirmadas, há 2.659 casos sob investigação, conforme dados do Ministério da Saúde.



Este ano já representa o pico histórico da doença no país, superando o recorde anterior de 2023, que registrou 1.179 óbitos. A situação se agrava com 6,237 milhões de casos prováveis até a última quarta-feira, 3 de julho de 2024, o maior número já registrado até o momento.

São Paulo lidera os casos fatais, seguido por Minas Gerais, Paraná, Distrito Federal e Goiás, que juntos respondem por 77% das mortes deste ano.

A distribuição mensal dos casos mostra um crescimento constante, com março atingindo o pico de 1,6 milhão de casos. Embora junho tenha registrado uma diminuição para 516.980 casos, a situação demanda medidas urgentes de controle do mosquito Aedes aegypti.

O Distrito Federal se destaca com a maior taxa de incidência de casos prováveis, seguido por Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e São Paulo. A doença afeta diversas regiões do país de forma ampla.

A faixa etária mais afetada é a de 20 a 29 anos, representando quase 20% dos casos, e as mulheres compõem 54,8% dos infectados. Esses dados orientam estratégias para proteção dos grupos mais vulneráveis.

A gravidade do cenário reforça a necessidade de medidas eficazes para conter a proliferação do mosquito transmissor e reduzir o impacto da dengue no Brasil.


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